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Sofia Esteves
Cia de Talentos
Sofia Esteves
Sofia Esteves é fundadora e presidente do Grupo DMRH e da Cia de Talentos. Além disso, é professora da FIA, no curso de MBA de Recursos Humanos, e professora convidada do INSPER e da Fundação Dom Cabral. Ela ainda é membro do Conselho de Administração das empresas ClickCarreira e NextView People e autora do livro "Virando Gente Grande – Como Orientar Jovens em Início de Carreira".
Giuliana Hyppolito T
Grupo DMRH
Giuliana Hyppolito T
A paulistana Giuliana Hyppolito é terapeuta ocupacional por formação e consultora de Recursos Humanos por opção. Fanática por internet, tem suas mídias sociais sempre atualizadas. Hoje, está concluindo uma pós-graduação em Administração de Recursos Humanos pela FAAP. Como colunista do ClickCarreira, vai colocar em prática seus dois maiores interesses: RH e Comunicação.
Renata Magliocca
Cia de Talentos
Renata Magliocca
Renata Magliocca é formada em psicologia e pós-graduada em Mediação de Conflitos pela PUC – SP. Autora do livro “Carreira: você está cuidando da sua?” junto com a Sofia Esteves e Danilca Galdini. Professora convidada da FIA-USP e é gerente de inovação da Cia de Talentos.
Adriana Gomes
Adriana Gomes
Adriana Gomes é mestre em Psicologia, pós-graduada em Psicologia Clínica e coach reconhecida pela International Coaching Community (ICC). Ela é coordenadora e professora da área de pessoas dos cursos de pós-graduação da ESPM e do ESPM.Também é autora do livro Mudança de Carreira e Transformação de Identidade, palestrante e diretora do site vida e carreira (http://www.vidaecarreira.com.br).
Sidnei Oliveira
Sidnei Oliveira
Consultor, autor e palestrante, expert em Conflitos de Gerações, Geração Y e Z, desenvolvimento de Novos Talentos e Redes Sociais, é sócio-fundador da Kantu Educação Executiva, vice-presidente do Instituto Atlantis de preservação ambiental, consultor-associado da Empreenda Consultoria e membro do conselho de administração da Creditem Cartões de Crédito.
Rachel Sciré
ClickCarreira
Rachel Sciré
A paulistana Rachel Sciré é jornalista formada pela PUC-SP, onde também fez parte da Bateria do Pucão, composta por alunos dos cursos de Comunicação. Como não podia deixar de ser, gosta de um bom samba, além de ser apaixonada por livros. Repórter do ClickCarreira, já atuou no portal iG Empregos e no jornal Agora SP. Cursa pós-graduação em Marketing e Comunicação Publicitária na Cásper Líbero.
Julia Viana
ClickCarreira
Julia Viana
Julia Viana tem 21 anos e é formada em Jornalismo pelo Mackenzie. Já trabalhou com Assessoria de Imprensa e agora é repórter do ClickCarreira. Nasceu e cresceu em São Paulo e ama a sua cidade pela agitação que ela oferece. Porém, nem sempre opta por programas fora de casa: gosta muito de ouvir MPB, escrever crônicas e ler poesias.
Ana Luiza Jimenez
ClickCarreira
Ana Luiza Jimenez
Ana Luiza Jimenez, repórter do ClickCarreira, tem 23 anos e é estudante do último ano de Jornalismo na PUC-SP. Fluente em inglês e espanhol, ela já fez intercâmbio em Vancouver, Orlando e Coimbra. Há um ano e meio escreve matérias sobre carreira, mercado de trabalho e finanças pessoais no ClickCarreira.
RH Junior Consultoria
RH Junior Consultoria
A RH Junior é uma empresa formada por estudantes de Administração, Direito e Economia da Fundação Getúlio Vargas e por estudantes de Psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Criada em 2003, a empresa é a pioneira no mercado de consultorias juniores em Recursos Humanos no Brasil.
Monster
Monster
Monster
O Monster é um site global em carreira e recrutamento online. Com a missão de contribuir para o sucesso profissional dos usuários em todas as fases de suas vidas, no site da empresa é possível cadastrar o currículo e candidatar-se aos empregos anunciados.
Ana Vaz
Ana Vaz
Consultora de imagem e etiqueta pessoal e corporativa, professora do Senac Campinas e da pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi, é graduada em Comunicação Social, pós-graduada em Marketing pela Liverpool Business School (John Moores University), e especializada em Consultoria de Estilo & Imagem Pessoal e Análise de Cores pela First Impressions Image Consulting, do Reino Unido.
José Roberto Marques
José Roberto Marques
Presidente do Instituto Brasileiro de Coaching- IBC (www.ibccoaching.com.br), Master Coach Senior certificado por instituições internacionais, tem mais de 15 anos de experiência e acumula mais de 15 mil horas em atendimentos.
Gustavo Café
Gustavo Café
Com café no sobrenome, Gustavo diz que precisava escolher um trabalho que reunisse as pessoas. E marketing é sobre pessoas. Seu lema é que sempre há uma forma melhor, mais interessante e mais bem humorada de se fazer as coisas. No ClickCarreira, Gustavo escreve sobre produtividade, carreira e descobertas bacanas ao longo do caminho. Acompanhe o Gustavo @gcafe e http://about.me/gcafe.
Debora Alvares
Debora Alvares
Debora, 24 anos, fez Ciências Econômicas pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Enquanto trabalha em uma instituição financeira, ela se prepara para disputar uma vaga de trainee, mas ainda não decidiu se deve fazer intercâmbio, tirar uma certificação da área de investimentos ou se comprometer com um trabalho voluntário por 10 horas semanais antes disso. ;-)
Carolina Neves
Carolina Neves
Carolina Neves, 24 anos, é formada em Jornalismo pela Universidade Metodista. Atualmente é intercambista e adora passar o tempo livre entre as praias, livrarias e cinemas do estado da Flórida, nos Estados Unidos. Como blogueira do ClickCarreira, compartilha suas experiências e desafios para se preparar para o mercado de trabalho no Brasil.
Radamés Fonseca
Radamés Fonseca
Radamés tem 22 anos e acaba de voltar de um intercâmbio na Universidade do Porto, em Portugal. Ele é estudante de Administração no Cefet-MG e quer ser aprovado como trainee até o fim do curso, que conclui em dezembro de 2014, para seguir carreira executiva.
Ricardo Mellão
Ricardo Mellão
Entusiasta da carreira pública e política, graduado em Direito pela Universidade Mackenzie, pós-graduado em Direito Administrativo pela FGV e cursando MBA em Gestão Pública pela FGV.
Fernanda Bottoni
ClickCarreira
Fernanda Bottoni
A paulistana Fernanda Bottoni é jornalista formada pela Fundação Cásper Líbero. Leitora voraz, também entrou no curso de Letras (Português/Francês) da USP. Infelizmente, a correria das redações a impediu de concluir o curso, mas não diminuiu sua paixão pelos bons textos. Com mais de dez anos de experiência, já trabalhou nas revistas Info e VOCÊ S/A. Fernanda é editora do ClickCarreira.
Mariana Fonseca
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Mariana Fonseca
A paulistana Mariana Fonseca é graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo. Como típica representante da Geração Y, Mariana é inquieta e faz várias coisas ao mesmo tempo: além de escrever as matérias, cuida das redes sociais, garantindo que as novidades estejam sempre circulando na rede. Há três anos escreve matérias sobre carreira e mercado de trabalho no ClickCarreira.
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Unilever
A Unilever é uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo, com operações em mais de 100 países. Fabricante de produtos de higiene pessoal e limpeza, alimentos e sorvetes, a empresa é dona das marcas Omo, Comfort, Seda, Lux, Kibon, Hellmann’s, Arisco, Knorr, Dove, Axe, Close Up e Rexona, entre outras. Há 10 anos figura na lista das Empresas dos Sonhos dos Jovens.
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Pergunte ao headhunter: como explicar planos para o futuro

Pergunte ao headhunter: como explicar planos para o futuroEntrevistas de emprego nunca são iguais. Porém, algumas questões feitas pelos recrutadores são mais recorrentes e, ainda assim, causam calafrios em quem está participando de um processo seletivo. “Como você se vê daqui a alguns anos?” é um exemplo de pergunta que costuma gerar desconforto nos candidatos.

A boa notícia é que não é preciso se preocupar com respostas erradas, pois não uma há uma única alternativa correta. Afinal, os objetivos profissionais variam de pessoa para pessoa. “Alguns candidatos tentam moldar suas características ao que a empresa está buscando, menosprezando o ‘feeling’ do entrevistador - isso sim deve ser evitado para não causar má impressão”, diz a recrutadora Andréia Lima.

Como os jovens estão descobrindo o que querem e muitas vezes ainda não traçaram a maior parte de seus objetivos, não é fácil elaborar a resposta. Mesmo assim, é preciso dizer alguma coisa: “O recrutador só não quer ouvir do candidato que ele não sabe onde vai estar. Ninguém vai querer contratar um profissional que não tem planos para a própria carreira”, explica a recrutadora.

Veja algumas dicas e acabe com a insegurança na hora de responder!

Como você se vê em 5 anos? De acordo com a recrutadora, a ideia dessa pergunta é descobrir se o jovem pensa no desenvolvimento profissional ainda no começo da carreira. “Quando o processo seletivo é para um estágio ou trainee, o candidato pode dizer se espera ser promovido ou contar quais competências técnicas e comportamentais pretende desenvolver para alcançar objetivos maiores na carreira”.

Daqui a dez anos, onde você terá chegado?
Para Andréia, a melhor forma de responder a essa questão é pensando na velocidade com que a carreira irá decolar: “Justamente nesta questão fica claro o nível de ambição e aspiração do candidato. Se ele disser que espera ter um cargo de liderança em dez anos, fica evidente a rapidez com que pretende conduzir sua vida profissional”.

Daqui a 30 anos, o que terá conquistado? “Nessa pergunta, o entrevistador não quer saber apenas seus objetivos profissionais”, explica a recrutadora. Segundo Andréia, “ele quer ouvir como você deseja estar na vida pessoal: se pretende ter a própria casa, casar ou ter filhos. Ele quer conhecer os objetivos pessoais para avaliar quais são os valores do candidato”, completa.    

     
É melhor ser fluente em uma língua ou básico em várias?

É melhor ser fluente em uma língua ou básico em várias?No processo seletivo, saber muito bem um idioma pode valer mais do que saber um pouco de vários deles.É isso o que afirma Antoniel do Nascimento, diretor de People & Culture da consultoria Grant Thornton Brasil. “O aprendizado de idiomas é importante, mas investir em um deles até o nível avançado é mais sensato do que estudar um pouquinho de cada”, afirma.  Isso, claro, porque quanto mais você conhece um idioma mas você consegue se comunicar dele, que é o objetivo final do estudo de qualquer idioma. 

 

Não é por isso, claro, que você deve omitir os conhecimentos básico que tiver. Segundo Nascimento, vale a pena enfatizar no currículo até o conhecimento de um idioma não muito comum, como hebraico.

 

O que não vale de jeito algum é mentir. Se você não sabe nada do idioma, não invente que entende alguma coisa. Se seu nível for intermediário, não o promova a avançado. “Devemos ser extremamente sinceros para evitar constrangimentos na hora da entrevista”, recomenda o diretor. 

     
Aprenda a se defender do bullying corporativo

Aprenda a se defender do bullying corporativoHumilhar, abater e desmotivar – ações que normalmente não associamos ao mercado de trabalho acontecem todos os dias nas empresas. Os nomes são muitos - assédio moral, mobbing ou bullying – mas a degradação causada é a mesma.

 

Os motivos que levam a essas situações são vários. Inacreditavelmente, ainda há empresas que acreditam que podem se beneficiar do assédio de um gestor, por exemplo, e acabam sendo permissivas com casos em que o chefe pressiona a equipe exageradamente para aumentar a produtividade. “No longo prazo, no entanto, o assédio nunca traz benefícios”, explica Aghata Alves, gerente de treinamento, desenvolvimento e qualidade de vida da Aon Consultoria. “Com o tempo, a produtividade de quem sofre o bullying cai. A pessoa pode até adoecer.”

 

Quem pode ajudar  - Definir bullying ou assédio moral não é fácil. Como explica Agatha, o limite de uma brincadeira ou uma chamada de atenção é muito individual. “A humilhação está no limite do outro. Cada um tem um conjunto de crenças e valores, então é uma questão delicada”, explica.

 

Segundo Andréia Garbin, chefe da divisão de saúde do trabalhador e meio ambiente da prefeitura de São Bernardo do Campo, quem sofre não deve conversar diretamente com quem pratica o bullying. A orientação é para que a pessoa procure setores na empresa que possam ajudar, como o RH ou áreas médicas. “O RH é onde a vida do funcionário é organizada e funciona como um setor de mediação, com acesso a todos os setores”, explica. Segundo ela, lá existe condição de programar ações para minimizar conflitos. “Em alguns casos, a pessoa fica tão frágil que chega a adoecer. Aí é bom que se dirija a um médico.”

 

Andreia lembra um caso em que um funcionário estava se sentindo ameaçado pelo gestor: “Houve um momento em que ele cansou e foi falar com o diretor da empresa”, conta. “O diretor, por sua vez, veio pedir ajuda ao RH”. Juntos analisaram o episódio para solucionar o problema.

 

Ela ressalta ainda que, mesmo quando as pessoas tentam solucionar o problema do assédio e não ficam passivas, existe uma barreira para lidar com o assunto: “Muitas empresas não dão atenção às queixas. Como o tema está em alta, muitas vezes ele acaba sendo banalizado.”

 

Ajuda externa - Quando há dificuldade de falar sobre a violência dentro da empresa, pode ser o caso de buscar ajuda externa. “As queixas também são acolhidas nos sindicatos, no Ministério do Trabalho, no Ministério Público (na área da saúde)”, informa Andréia.

 

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Jovens não sabem lidar com assédio moral no trabalho

     
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