
Quem pensa em crescer profissionalmente não pode ter dúvidas quanto à importância dos relacionamentos pessoais nas empresas. Direcionando o foco aos trainees, que em pouco tempo liderarão equipes e precisam batalhar por sua efetivação, é importante lembrar que certamente terão seu comportamento e entrosamento com o grupo como um dos principais pontos avaliados.
Engana-se quem pensa que ter um bom relacionamento, principalmente com os chefes, é ser “puxa-saco”. Saber agir politicamente também é um item importante na carreira.
Infelizmente, muitos pensam em política como sinônimo de falsidade, interesses pessoais e favorecimentos ilícitos. Entretanto, isso nada tem a ver com criar boas relações na companhia.
Na verdade, o relacionamento faz parte da vida como ela deve ser vivida. O ser humano é gregário, e só chegamos ao século XXI porque vivemos em conjunto. Sozinhos, seríamos fracos e nas empresas isso é muito nítido.
Os individualistas e/ou anti-sociais têm cada vez menos espaço, na medida em que a força da equipe traz resultados muito maiores e melhores.
Quando a época da efetivação se aproxima, é natural que o chefe do trainee leve em consideração a construção dos relacionamentos que o talento realizou e, principalmente num mercado competitivo como o de hoje, há cada vez menos espaço para pessoas mal humoradas e que saem dando coices em todos os que estão ao redor.
Minha sugestão é que comece a prestar atenção em seus comportamentos e se está sendo gentil e educado com a chefia, os pares e os futuros subordinados. Não por interesse, mas por querer viver num ambiente agradável, harmônico e feliz, onde todos só tenham a ganhar.